Não há como pensar em um país sério com políticos que pensam que podem fazer o que quiserem e dizerem as merdas que lhes vierem à cabeça! Se esses indivíduos que aí estão para nos representar fazem desse espaço um antro de embates pessoais, não buscando o respeito e a harmonia entre si, é óbvio que o interesse pela qualidade de vida do povo é nulo. O discurso de Bolsonaro é claro, para ele "as minorias que se explodam". A Plebe só serve como massa escrava para a manutenção do luxo do Reino. Se o sujo-sujeito inventar de insurgir-se, tortura nele! Não é necessário ser um PhD em semântica ou semiótica para perceber as semelhanças entre o seu discurso e o discurso fascista. E o que mais assusta, é claro, não é o indivíduo em si, mas o que ele representa enquanto símbolo de desejos sombrios de uma nação. Se o Jair Falso-Messias Bolsonaro aí está, é porque há muitos que aí o querem. Óbvio! 
       Não sei como seria possível metamorfosear esse ser, talvez hipnose seguida de uma nova encarnação como mulher, negra, pobre e gay! Entretanto, a Revolução agora é Aquariana (galera, estamos entrando em outra Era! Até o mais cético percebe que a mutação já não tem mais volta!) e o processo de transformação também deve ser pelas beiradas, pelos interstícios do discurso, pela mudança de cada um que viraliza o coletivo! Já não é mais tempo de Ditaduras! Já não é mais tempo de Cruzadas! E sim de Paralelas! 
       Aqueles que lutam pelo respeito à diferença, aqueles que lutam por um mundo que seja mais justo para todos porque já sacaram que estamos todos juntos nessa esferinha periférica que se chama Terra, busquem - além das manifestações coletivas que dão força às ruas - a transformação interna. É dessa maneira que aqueles que estão ao nosso lado quase sendo sugados por essa energia escura que se alastra como umA ONDA magnética sejam, ao contrário, atraídos por uma frequência mais fina, mais nobre e mais harmônica. 
       Não devemos impor a ninguém as nossas verdades, mas se quisermos que elas sejam críveis, é preciso que sejamos felizes! Em primeira e em última instância o que nos une A TODOS é a vontade de ser feliz! E - o óbvio ululante - não há como ser feliz fazendo apologia à tortura, do mesmo modo que não é possível encontrar a felicidade seguindo Os Infelizes! Sejamos, então, felicíssimos, pois só assim aqueles que estão em vias de se lobotomizar/bolsotomizar percebam que "há algo de pobre no Reino da Brasilândia!"

O Reino da Brasilândia

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