Acho que sou Esquisofênix!
O que talvez isso seja:
Um depósito de cacarecos...
Um saco para enfiar coisas...
Um espaço para rápidas divagações...
Reflexões sobre reflexões...
Pseudo-furtos de obras da rede...
Raptos de obras de arte...
Rabiscos meus...
Sinapses mentais...
Fragmentos de processos complexos...
Epístolas Apócrifas...
Baboseiras inúteis...
Alteridades invejadas...
Filosofices sem créditos...
Vaticínios escatológicos... :
Um Diário da Noite!
Uma Noitada Diária!
dezembro 2014
A mãe em Rio Grande dizendo que se não tivesse de mal com a Nira, iria viajar. Convido-a a ir a Pelotas. Elis está lá em casa... Há uma senhora importante sentada perto da porta dos fundos. Eu e mais alguém estamos fugindo de uma mulher. Estamos escondidos em cima de uma casa. Mariah fala debochando que sentiu saudade da Elis quando viajou para a Europa. Sinto um pouco de vergonha.
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terça-feira, 15 de maio de 2012 às 18:41
Hoje foi o meu primeiro dia de pesquisa corporal. Este é um movimento muito importante, pois faz parte de um processo maior de investigação do inconsciente coletivo a partir da corporeidade, juntamente com outros movimentos em outros níveis artísticos.
DURAÇÃO: 1 minuto
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Ser artista é uma bênção. Ser o porta-voz das musas da criação é um dom sagrado que merece respeito e admiração. Entretanto, se há alguns séculos esta condição propiciava ao artista a plena vivência da/na Arte, nos dias de hoje, o artista necessita lidar com a contradição transcendência versus sobrevivência, pois as necessidades diárias e cotidianas, as exigências burocráticas para a plasmação de uma obra fazem com que ele se desgaste de uma maneira bastante intensa.
E muito além do desgaste com os enfrentamentos práticos e objetivos da lida cotidiana, o artista precisa lidar com um desafio ainda mais profundo: a arte de conhecer a si mesmo por meio da pesquisa investigativa dos personagens. Tal dinâmica lhe impõe, antes de mais nada, um desnudamento e uma entrega que, em nome da arte, necessária e inevitavelmente o desestabiliza, colocando-o diante da condição sine qua non para a criação: o processo de auto-destruição.
É exatamente nesta perspectiva que o Arteterapeuta pode surgir como um apoio psicológico ao artista, na medida em que atua como uma espécie de ponto de intermediação entre o plano consciente e o inconsciente, propiciando-lhe um mergulho mais seguro nos domínios da inconsciência, não evitando a inexorável destruição/reconstrução, mas propondo-lhe as leituras simbólicas necessárias para lidar pessoal e artisticamente com o material encontrado nas camadas mais profundas da psique.
