É preciso que saiamos mais fortes desse processo de fragilidade, sob pena de passarmos a imagem de um país caótico. A perspectiva deve ser a do caos dialético que antecede a síntese, necessária para o crescimento de qualquer nação. 
       O Brasil não pode ser frágil diante do seu território, das suas fronteiras, das suas florestas, das suas águas, do seu petróleo... enfim, da sua riqueza. Esse não é o momento em que a nossa Democracia está em xeque. Esse é o momento em que estamos a praticando em sua manifestação mais plena, deixando claro que a arbitrariedade cada vez mais perde terreno para um povo conectado que está sedento por respostas e já está cansado de ser enganado.
       A realidade é uma questão de interpretação e se a ótica é revolucionária ela precisa enxergar as polaridades e apontar para algo maior que as transcenda. Não somos piada! Não somos a casa da mãe Joana (com o perdão a todas as Joanas, belas, recatadas, do lar... ou não)! Não somos presas fáceis ao capital internacional! Não somos cordeiros facilmente manipuláveis diante das grandes potências! Não somos a fina nata do bagaço! Somos um povo em luta! Um Gigante que acorda! Uma potência em turbulência! 
       Meu voto é SIM pelo Brasil, em nome de Deus, dos Ateus, da Deusa, dos deuses, das deusas, dos Santos, das Santas, das Putas, dos Orixás do Candomblé, dos Evangélicos sem Santos, da Família tradicional, homoafetiva, dos índios, dos brancos, dos pretos, dos amarelos... e dos furta-cor, que mudam de tom conforme a Luz que recebem! Paz e Luz a tod@s!

Das turbulências brasileiras

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